Sexta-feira, 09 DE Dezembro 2005
Vamos lá fazer um "apanhado" sobre o jogo Benfica-Manchester que acabou dois a um para os portugueses. O jogo foi emotivo (até demais) e valeu pela vitória. Ganhou quem melhor aproveitou os erros adversários. A emoção aumentou com a reviravolta feita pelo SLB e Geovanni e Beto passaram de mal-amados a heróis (vamos lá ver até quando). O árbitro teve uma certa tendência para "ajudar" os ingleses. A falta que ele marcou ao Geovanni, não lembra a ninguém. Era muito mais bonito ele não marcar nada do que cometer uma asneira tão grande (pois a falta era ao contrário). Como é possível que um jogador a correr, tenha cometido uma falta sobre um jogador que está por detrás? Só mesmo num Benfica-Manchester... quando os ingleses estão em apuros.
Agora passando ao extra-futebol, tivemos o Cristiano Ronaldo como figura central da partida. Entrou mal no jogo, esteve nervoso e até teve direito a cartão amarelo (até podia ser de outra cor). Mas o momento alto do puto-maravilha" deu-se na sua substituição. O público vaiou-o, ele como resposta mandou-os calar a todos (pimeiro gesto feio). Não contente com o resultado da sua atitude, levanta a mão direita ao nível da cabeça e fez um gesto tão português (segundo gesto malcriado). Aqui já vamos no segundo acto teatral do madeirense. Mas não há duas sem três e lá veio o terceiro gesto (também muito ao nosso estilo, mas muitas vezes para o chão). Ele como não queria deixar dúvidas, levantou-se do banco de suplentes e cá vai disto. Um valente "jacto de água" que saiu da sua boca directamente para o público. Isto é muito feio, principalmente vindo de alguém que tem tantas responsabilidades para com os seus fãs. Ainda por cima dá a cara num programa da SIC, como forma de incentivar os jovens a praticar desporto e a respeitar o adversário. Como pode ele apelar ao respeito, se ele próprio não respeita?
Imaginemos uma criança que estivesse no Estádio da Luz e pergunta aos pais que gestos eram aqueles. Bonitas perguntas e as respostas ainda melhor seriam. Por exemplo, uma boa resposta a dar a uma criança que visse o gesto obsceno, seria que o rapaz tinha o dedo fracturado e tinha que o ter espetado para cima. À questão de ter cuspido para o público, uma boa explicação seria que ele estava a fazer tiro ao alvo e tentou acertar em alguém, como forma de ganhar um prémio (já que perdera dentro de campo).
O primeiro acto já é normal nele, pois não é a primeira vez que faz tal coisa. Porém também tinha uma boa explicação para uma criança curiosa. A resposta seria que o rapaz queria dormir, por isso estava a pedir silêncio ao auditório presente.
Foram apenas três maneiras de avaliar os actos protagonizados pelo madeirense. Aliás, quando ele é herói num jogo qualquer, é português. Quando é vilão, os jornais desportivos fazem questão em salientar que ele é... madeirense. Será uma maneira de chamar-nos malcriados? Espero que não.
publicado por Zé Luís às 18:26
Terça-feira, 06 DE Dezembro 2005

Alguém me disse que eu tinha um sentido crítico muito apurado e como não quero perde-lo, aqui fica mais uma crítica a um comentário que ouvi na RTP- Madeira. Já agora ficam a saber que este comentário foi enviado para o Diário de Notícias da Madeira. Vamos lá a ver se o publicam: A liberdade de expressão foi seriamente afectada no "Fora de Campo" do dia 5 de Dezembro passado. As afirmações do Dr. Raimundo Quintal são muito sérias e nada bonitas. Segundo o meu entendimento, este senhor quis dizer que quem foi ao Estádio dos Barreiros no passado Sábado apoiar o Benfica, não era Madeirense. Ora, eu sou Madeirense de alma e coração, mas isso não implica que seja obrigado a gostar do mesmo clube que a maioria. Eu não sou sociólogo e nem pretendo ser, mas a explicação para o facto de muita gente preferir um clube continental a um regional, penso que passa pelo facto de antes do 25 de Abril, as pessoas dificilmente irem ao Funchal para assistir jogos do Marítimo. A rádio era o único entretenimento que tinham e como certamente todos sabem, os grandes eram os mais falados, pois eram os maiores da altura (agora também). Isso talvez ajude a explicar o facto da maioria do estádio apoiar o Benfica, tal como eu. Se o incomoda tanto o facto da maior parte do estádio apoiar o Glorioso, faça o seguinte: faça de conta que quem lá estava a apoiar, eram todos lisboetas que vieram cá fazer turismo. Aliás, o Marítimo serve para divulgar o nome Madeira, ou não? Já agora aproveito, para deixar um pequeno recado à RTP-Madeira e reservem nem que seja uma parte de um programa para falarem do trabalho desenvolvido pelo União e Marítimo nos Juniores. Penso que a televisão devia falar mais deles, pois eles são futuro do futebol madeirense.

publicado por Zé Luís às 18:41
Sábado, 03 DE Dezembro 2005
Quem lê isto, já sabe quem eu sou, portanto não vale a pena estar a perder tempo a explicar. Realmente hoje é o meu dia, o Dia Internacional do Deficiente. Mas também não é só meu, também é o dia dedicado ao Governo, pois parecem uma cambada de "deficientes". Muitas vezes, apresentam um autismo profundo difícil de penetrar, só querem saber de si e do défice do Estado.
No entanto, há uma coisa que me faz confusão. Esta coisa de igualdade de direitos entre nós (deficientes) e a pessoa dita "normal" é algo extraordinário. Será que consideram Igualdade de Direitos, o deficiente passar à frente das outras pessoas nas filas de supermercado, do Banco e outros serviços? Que me perdoem as outras pessoas "especiais" (note-se que eu também sou "especial"), mas eu sinto-me pessimamente quando tiro o lugar a alguém. Para mim, a Igualdade de Direitos é não ser passado para trás em detrimento de outras pessoas e não, passar à frente de outras pessoas.
Um exemplo do que estou a falar aconteceu-me esta semana. Fui ao hospital a uma consulta. É norma do hospital que as cadeiras de rodas tenham prioridade. Infelizmente eu cheguei atrasado (não por minha culpa, mas sim dos Bombeiros). A enfermeira avisou às outras pessoas que eu iria primeiro, mas eu senti-me pessimamente. Algumas pessoas estariam já à espera de serem consultadas há mais de uma hora e eu chegar ali e passar à frente, deixou-me quase que "envergonhado".
Portanto, eu defendo Igualdade de Direitos entre todos, mas sinceramente dispenso este direito. Estarei errado?
publicado por Zé Luís às 12:07
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